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O Estado Islâmico em 2019

Estado Islâmico, ISIS, 2019

O Estado Islâmico perdeu a Guerra? Spin Palace BlogFonte: EuroNews

O exército de islâmicos da organização do Estado Islâmico, conhecido pela sigla ISIS (Estado Islâmico do Iraque e do Levante), em pouco tempo explodiu o Oriente Próximo e o Oriente Médio, assim como parte do norte da África. Não se preocupe, ao jogar na Spin Palace online, você terá toda a segurança do mundo em transações bancárias ao jogar de forma móvel no seu próprio computador e ainda, quem sabe, poderá ganhar dinheiro o suficiente para ajudar aqueles que sofrem com o conflito.

Eles dizem que, para eles, não há autoridades além de Allah. Eles dizem que seguem estritamente o Alcorão e as leis da Sharia. Eles dizem que pretendem unir todos os muçulmanos do mundo, mas matam principalmente muçulmanos. O Estado Islâmico apaga fronteiras: não por força de convicção, mas por força de armas. O Estado Islâmico não tenta convencer o Ocidente, mas o desafia com armas e traz a morte. Continue lendo este artigo para saber mais sobre a situação atual deste grupo armado!

1. Um pouco de sua história

Para começar o nosso artigo, o termo estado islâmico em si significa um tipo de estado, baseado na religião monoteísta do Islã. Elementos da lei constitucional, civil, criminal, administrativa, familiar e processual são fixados pela Sharia. O Estado Islâmico (IS) é uma tentativa de recriar o califado, que foi abolido em 3 de março de 1924 pelo decreto do líder secular da Turquia, Ataturk. 

O precursor do ISIS no Iraque é o grupo Tawhid wa al-jihad (Monoteísmo e Jihad), criado em 2002 por uma das figuras da Al-Qaeda, Abu Musab al-Zarqawi. Mais tarde, ele foi renomeado para Al Qaeda no Iraque e, após a morte de Zarqawi, Abu Bakr al-Baghdadi ganhou o controle da organização. Para se dissociar da Al Qaeda, al-Baghdadi proclamou o Estado Islâmico. Indiretamente, a principal razão para o surgimento do EI foi a invasão do Iraque pelos EUA, com o objetivo de derrubar o regime de Hussein. Pois é, quando potenciais ocidentais interferem nos assuntos de outros países, as consequências podem ser assustadoras. O poder no Iraque passou para os xiitas, o que levou à violação dos sunitas que governaram o país anteriormente. A retirada do contingente americano do Iraque em 2011 intensificou a oposição sunita.

A Guerra na Síria continua se arrastando; Spin Palace BlogFonte: Caspian News

2. O que desejam

Inicialmente, o objetivo do Estado Islâmico era criar um Estado islâmico sunita teocrático dentro das fronteiras da Síria, Líbano, Israel, Palestina, Jordânia, Turquia, Chipre e Egito. No entanto, depois de renomear o grupo para um estado islâmico, suas reivindicações territoriais se espalharam para todo o mundo islâmico e até para territórios que anteriormente pertenciam ao Império Otomano na Europa (nos Bálcãs e até no sul da Ucrânia). 

Além disso, o Estado Islâmico procura destruir os traços de todas as culturas que já existiram nas terras da Síria, Iraque, Irã, Turquia antes do advento do Islã. Para esse fim, os militantes saquearam os museus históricos de Mosul, destruindo exponencialmente várias exposições, explodiram a biblioteca mais antiga da cidade e queimaram mais de 10 mil livros antigos. Os artefatos das cidades antigas de Nimrud e Dur-Sharrukin (que foram a capital da Assíria no 1º milênio AC), o antigo mosteiro cristão de Behnama e Sarah também foram destruídos. No entanto, segundo alguns analistas, muitos dos objetos de arte e artefatos supostamente destruídos foram vendidos ilegalmente a colecionadores ricos de todo o mundo por meio de intermediários.

3. Situação atual na Síria

Após muitos anos de guerra (muitos consideram a Guerra da Síria como a primeira guerra mundial do século 21), o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) perdeu quase todo o território conquistado durante os anos de guerra, incluindo Raqa, sua última cidade fortaleza, sendo pressionado por curdos e outros grupos da região.

A situação na Síria se agravou ainda mais após a Turquia atacar o território curdo na Síria. O governo turco considera os turcos terroristas, e por isso, uma nova guerra começou no território. Este conflito parece que ainda está longe de terminar e ainda acabará com muitas vidas.

4. Um possível renascimento?

Segundo muitos observadores, o grupo terrorista não está destruído, mas está ganhando forças para o seu "renascimento".

Especialistas estimam que os ativos financeiros do Estado Islâmico estejam em US$ 400 milhões (no início de 2019). Os autores de outro relatório, compilado com base nos serviços de inteligência, indicam que, mesmo após a queda do "califado", os islâmicos têm pelo menos US$ 300 milhões à sua disposição. Assustador, correto?

Refugiado iraquiano com sua família; Spin Palace BlogFonte: UK Department for International Development, Wikimedia

Os Estados Unidos estimam que há entre 14 e 18 mil membros do Estado Islâmico, muitos dos quais são combatentes ativos, agora na Síria e no Iraque. Embora muitos tenham ido à clandestinidade, alguns dos militantes continuam agindo, organizando assassinatos de políticos e líderes públicos importantes na Síria e no Iraque, além de incendiar campos com plantações, tentando organizar tumultos. Na Síria, há também um “renascimento” de islâmicos que tomaram grandes campos para refugiados - por exemplo, em Al-Khol. Apesar das tentativas das forças democráticas sírias para proteger Al-Khol, representantes da coalizão alertaram o Inspetor Geral do Departamento de Defesa dos EUA de que milhares de apoiadores do EI foram capazes de espalhar sua ideologia entre os habitantes do campo.

5. Considerações finais

Depois de todas informações e últimos acontecimentos, não é possível afirmar com toda certeza que este grupo terrorista Estado Islâmico está prestes a ficar fora de circulação. Embora a sua perda de território tenha sido imensa nos últimos meses e anos (graças à coalizão de países ocidentais e grupos apoiados pelo Ocidente), o grupo ainda possui diversas cartas escondidas que podem ser utilizadas quando desejarem e como um último recurso.

Vale lembrar que a interferência de países estrangeiros na área desde o começo do século passado agravou ainda mais a situação, especialmente após a fundação do Estado de Israel, que muitos países islâmicos da área veem como uma afronta ao povo árabe. Agora o resultado está aqui: uma área sem instabilidade cheia de grupos armados autônomos, e claro, muita morte, destruição e caos em uma região que é considerada o berço da sociedade atual. Como diversos países têm interesse na região, muito tempo ainda será necessário para que a ordem chegue ao local, pois todos os envolvidos querem a sua parte do Oriente Médio. Uma solução parece estar longe de ser encontrada.

Quando religião e poder estão envolvidos, a humanidade sempre encontra um jeito de afundar em um mar de guerras e conflitos, trazendo ganhos apenas para os grandes envolvidos e trazendo desespero aos pobres. Espero que neste século, seja possível encontrar a paz definitiva para a região, mas pelo que parece, muita coisa ainda vai acontecer. O que nos resta é aguardar os próximos eventos deste conflito de longa data. Fique ligado nas últimas novidades!

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