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Luckin Coffee e a disputa pelo mercado chinês

KaffeeFonte: Pixabay

A rede de cafeterias chinesa Luckin Coffee começou a operar em Pequim no mês de outubro de 2017, e em menos de um ano, em agosto de 2018, já contava com mais de 650 lojas em várias cidades da China. No início de 2019, o total de estabelecimentos da rede já estava próximo a 2 mil, com a previsão de continuar crescendo rapidamente nos próximos meses. De acordo com a presidente da marca, Qian Zhiya, o objetivo da Luckin é ter mais lojas no país do que a Starbucks, que é a atual líder desse mercado em solo chinês.

Para colocar em prática esse plano de expansão, a rede captou um aporte de cerca de US$ 200 milhões de um grupo de investidores em meados de 2018, no qual está incluso o Fundo Soberano de Singapura (GIC), o que foi o suficiente para fazer com que o valor de mercado da marca superasse o montante de US$ 1 bilhão. Segundo Qian Zhiya, com esse aporte, a Luckin continuará a desenvolver novos conceitos e tecnologias inovadoras para garantir o crescimento dos negócios da empresa.

Os maiores diferenciais da Luckin em comparação as outras redes de cafeterias são os valores dos produtos, aproximadamente 30% mais baixos do que a concorrência, e também as facilidades oferecidas pela empresa. Para se ter uma ideia, os clientes podem realizar os pedidos e efetuar o pagamento pela internet, escolhendo o horário que desejam pegar o pedido em alguma loja física que esteja próxima, ou então se desejam recebê-lo em casa ou no escritório.

Do total de lojas da rede, cerca de um terço são cozinhas, estabelecimentos usados unicamente para o preparo das bebidas que serão entregues. Porém, também existem lojas da Luckin nas quais os clientes podem esperar por seus pedidos em poltronas confortáveis enquanto utilizam o Wi-Fi gratuito do local, de forma bem similar a experiência que é oferecida pela Starbucks.

A Luckin é uma ameaça a hegemonia da Starbucks?

StarbucksFonte: Pixabay

A Starbucks tem investido pesado para se consolidar no mercado chinês, com um plano de abrir uma loja a cada quinze horas até 2022, para assim alcançar o objetivo de ter seis mil estabelecimentos na China. Porém, em 2018 os números da empresa no país acabaram ficando abaixo do esperado, surpreendendo a muitos analistas. Para contornar o problema, a Starbucks anunciou que irá implantar um serviço de entregas, o que pode ser um indício do incômodo com a presença crescente da Luckin no setor.

Por vários anos, a Starbucks atuou no mercado chinês sem nenhum competidor que realmente a ameaçasse, o que permitiu que a rede assumisse mais de 55% do mercado de café da China, enquanto em 2012 a presença da marca era de apenas 43%. Durante esse período, seus maiores concorrentes eram o McCafé, do McDonald’s, e o Costa Coffee, os quais detinham cerca de 6% e 4% do mercado chinês, respectivamente. Porém, nenhuma dessas duas empresas adotou uma estratégia de crescimento tão ambiciosa como o que vem sendo feito pela Luckin Coffee atualmente.

De forma geral, a Starbucks evita falar diretamente sobre seus concorrentes, mas um comentário recente feito pela CEO da empresa na China, Belinda Wong, durante uma reunião, indica que o desempenho da Luckin é algo que vem sendo observado de perto pela Starbucks. Na ocasião, a executiva mencionou que novas empresas estavam entrando no mercado de café da China reunindo opções de delivery com grandes descontos, mas que as mesmas não conseguiam se destacar em quesitos como qualidade e sustentabilidade nos negócios. Wong ainda afirmou que o serviço de delivery da Starbucks na China será o melhor já visto pelos consumidores locais.

Estratégias de crescimento para o futuro

Com o avanço tecnológico, os consumidores estão procurando cada vez mais por serviços e empresas que ofereçam conforto e praticidade. É por essa razão que o comércio eletrônico e os cassinos online estão em alta, pois oferecem para as pessoas a chance de comprar e se divertir sem sair de casa. Na China, a Starbucks pretende continuar a crescer apostando nessa tendência, e por isso, além de fazer entregas em casa, a marca planeja oferecer menus com tecnologia de realidade virtual, repletos de detalhes e especificações sobre cada uma de suas bebidas.

Paralelamente, a Luckin já anunciou uma parceria com o grupo Tencent, para expandir os seus serviços pelo aplicativo Wechat, o principal em troca de mensagens e realização de pagamentos da China, com mais de um bilhão de contas. Além disso, a rede também começou a entregar outros produtos de seu cardápio além das bebidas, ampliando aa opções disponíveis para os clientes que escolhem pelo delivery.

Potencial do mercado de café na China

Com cerca de 1,4 bilhão de habitantes, a China é possivelmente o mercado mais promissor do mundo para as grandes redes de cafeterias, pois o consumo per capita de café entre os chineses ainda é baixo, cerca de três xícaras por ano, mas tem apresentado um aumento constante. Em apenas cinco anos, o total de vendas das cafeterias do país cresceu mais de 236%, alcançando um faturamento se US$ 4,5 bilhões em 2017, com a expectativa de chegar a US$ 6,5 bilhões em 2022.

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