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Razões que explicam porquê as próximas gerações não irão investir em imóveis

propriedadeFonte: Pixabay

Por muito tempo, adquirir um imóvel ou construir a casa própria tem sido o grande sonho de uma imensa parcela da população, não apenas no Brasil como também em outros países. A justificativa para esse sonho em comum é o fato de existir uma certa pressão social de que para ser bem-sucedido, é preciso ter um ou mais imóveis. Entretanto, analistas de mercado acreditam que com a educação financeira cada vez mais em pauta, esse pensamento em breve irá desaparecer, e no futuro, as pessoas irão perder o interesse em comprar imóveis, terrenos e propriedades em geral.

Para compreender melhor esse assunto, a seguir estão sete razões que explicam porquê os investimentos em imóveis deverão deixar de existir nas próximas gerações.

1. Imóveis geram gastos imprevisíveis

Ao tomar a decisão de comprar ou construir uma casa, os proprietários raramente se preparam para os gastos inesperados que acompanham um imóvel. Além dos impostos, de tempos em tempos é necessário realizar reparos e manutenções, caso contrário, aumentam os riscos de ocorrerem problemas na parte elétrica ou hidráulica, os quais podem ocasionar em gastos muito acima do planejado.

Sendo assim, a rentabilidade de um imóvel a longo prazo, no quesito investimento, se torna bastante difícil de calcular. Juntamente com as flutuações do mercado, que interferem no valor da propriedade, os donos ainda precisam ter em mente que não é possível analisar com exatidão quanto dinheiro terão que investir apenas para manter o imóvel em ordem e sem complicações estruturais.

 edifício de casaFonte: Pixabay

2. Existem investimentos muito mais rentáveis

Nas próximas gerações, é provável que temas como educação financeira sejam discutidos desde cedo, o que significa que os jovens irão buscar os melhores investimentos disponíveis para multiplicar o seu patrimônio e ter mais dinheiro à disposição para viagens e programas divertidos, como jogar cassino online.

Entre os investimentos com potencial de serem mais lucrativos, estão a Bolsa de Valores, na qual é possível adquirir ações de empresas com capital aberto e obter uma ótima rentabilidade ao apostar em companhias que possuem um histórico de altas, e também o Forex, que é o mercado de compra e venda de moedas, onde os lucros variam de acordo com a cotação diária.

3. Os jovens do futuro vão querer liberdade para ir e vir

Com o mundo ainda mais dinâmico e globalizado, a tendência é de que cada vez mais pessoas estejam dispostas a se mudar de cidade ou até mesmo de país por questões profissionais ou acadêmicas. Nesse cenário, ter o próprio imóvel pode se tornar um empecilho, pois o mesmo exige gastos e cuidados que impossibilitam os seus proprietários de se mudar de forma imediata.

Mesmo ao decidir colocar um imóvel para alugar, o dono precisa se preocupar em escolher um inquilino confiável, que preserve bem o local. Porém, nem sempre é fácil encontrar alguém que se enquadre nessas condições, e quando um imóvel permanece fechado, o mesmo gera grandes prejuízos ao proprietário, uma desvantagem que certamente irá desmotivar os jovens do futuro a adquirirem uma propriedade.

4. O mercado imobiliário é suscetível a crises

Após a grave crise econômica de 2008, que começou nos Estados Unidos, justamente no mercado imobiliário, e se espalhou para o restante do mundo, uma das lições aprendidas é o quão frágil esse segmento pode se tornar. Apesar de ser uma aquisição cara, que exige grande comprometimento, às vezes por décadas, um imóvel financiado pode ser perdido em um momento de dificuldade, como aconteceu com milhares de pessoas durante a crise.

No futuro, a tendência é de que os jovens busquem por soluções e saídas mais simples, que não exijam tantas renúncias como a compra de uma propriedade costuma exigir. Desse modo, a expectativa é de que os jovens das próximas gerações se sintam mais atraídos pelas facilidades oferecidas pelo aluguel.

5. Financiamentos custam muito caro

Devido ao alto custo de uma casa ou apartamento, a maior parte das pessoas acaba precisando de um financiamento, o qual acaba saindo muito mais caro do que o previsto. Ao financiar 350 mil reais, por um período de 35 anos e com juros de 9,8% ao ano, por exemplo, no final do prazo terá sido pago mais do que o dobro, cerca de 770 mil reais.

Em contrapartida, caso aplicado e investido, o valor utilizado no pagamento das parcelas do financiamento poderia render com os juros compostos e se multiplicar com o passar dos anos. No futuro, a compreensão sobre todo esse processo será mais claro, e por isso as pessoas vão evitar de fazê-lo por considerarem como um mau investimento.

6. Ter o próprio imóvel implica em novas responsabilidades

Deixando de lado a parte dos gastos, cuidar de um imóvel, especialmente uma casa, já é algo que requere tempo e grandes responsabilidades. Além de supervisionar possíveis obras e se atentar a detalhes como manter a grama sempre aparada, existe ainda toda a questão burocrática em possuir um imóvel, incluindo declarar seu valor no Imposto de Renda.

Esse tipo de responsabilidade é algo que não irá atrair as novas gerações, pois a tendência é que os jovens do futuro evitem preocupações desnecessárias e escolham ter um estilo de vida mais leve e equilibrado, com foco nas realizações pessoais.

7. A ideia de ter a casa própria parecerá algo muito definitivo

Até mesmo aqueles que não estiverem cogitando se mudar de cidade ou país irão considerar que ter a própria casa é um conceito muito definitivo, pois indica que será preciso viver em um mesmo imóvel por pelo menos vinte ou trinta anos. Nas próximas décadas, se tornará cada vez mais comum a crença de que é preciso viver de acordo com o momento, e isso inclui morar em uma residência que combine com o estilo de vida do morador, uma concepção bastante subjetiva e que pode variar ao longo da vida.

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